"Everyone always talks about confidence in believing what you do. I remember once going to a class in yoga where the teacher said that, spirituality speaking, if you believed that you had achieved enlightenment you have merely arrived at your limitation. i think that is also true in a practical sense. deeply held beliefs of any kind prevent you from being open to experience, which is why i find all firmly held ideological positions questionable. it makes me nervous when someone believes too deeply or too much. i think that being skeptical and questioning all deeply held beliefs is essential. Of course we must know the difference between skepticism and cynicism because cynicism is as much a restriction of one’s openness to the world as passionate belief is. They are sort of twins. and then in a very real way, solving any problem is more important than being right. There is a significant sense of self-righteousness in both the art and design world. Perhaps it begins at school. art school often begins with the ayn rand model of the single personality resisting the ideas of the surrounding culture. The theory of the avant garde is that as an individual you can transform the world, which is true up to a point. One of the signs of a damaged ego is absolute certainty.schools encourage the idea of not compromising and defending your work at all costs. Well, the issue at work is usually all about the nature of compromise. You just have to know what to compromise. Blind pursuit of your own ends which excludes the possibility that others may be right does not allow for the fact that in design we are always dealing with a triad – the client, the audience and you. ideally, making everyone win through acts of accommodation is desirable. But self-righteousness is often the enemy. self-righteousness and narcissism generally come out of some sort of childhood trauma, which we do not have to go into. it is a consistently difficult thing in human affairs. some years ago i read a most remarkable thing about love, that also applies to the nature of co-existing with others. it was a quotation from iris Murdoch in her obituary. it read ‘ Love is the extremely difficult realization that something other than oneself is real.’ isn’t that fantastic! The best insight on the subject of love that one can imagine."


- excerto do texto "Ten Things i have Learned" de milton glaser

- encontrado em:

Vídeos de conferências de Milton Glaser que falam sobre o design e que foram referências fundamentais para a construção de um trabalho.



Algumas imagens que demonstram alguns movimentos iniciais contra a segregação racial, que na altura estava implementada nos Estados Unidos da América.






Richard Sandler

Richard Sandler é um fotógrafo e cinematográfico. 

Em fotografias, o seu trabalho é conhecido, principalmente pelas fotos que capturou nos anos 80, da cidade de Nova Iorque. 

Estas fotografias são um reflexo da "cultura de rua" da época, variando entre as avenidas mais movimentadas e os sítios mais escondidos, onde, por norma fotografava graffitis.

Cigarette break- A woman puffs a cigarette in the days before 'No smoking within 25 feet' signs on M
Stealing kisses- A couple are perfectly framed by the subway door's splintered window in this shot t
Snapped- A police officer is caught mid-movement by Sandler in this shot called 'True You Found it'
Short shorts- Two women walk together on 34th Street in 1980, one clad in extremely brief pants and
Rally the troops- A moment is captured at a political convention for Jimmy Carter and Walter Mondale
Platform love- A couple surrounded canoodles on a busy subway platform as a train rushes by in 1985
New York state of mind- Two children stare curiously at a homeless man as they walk with their paren
Life on the streets- A homeless woman stands bear overflowing trash on Fifth Ave in 1980
Ladies who lunch- Women stalk Manhattan's Fifth Avenue clad in expensive fur coats in 1987
he stare- A woman applies make-up as she sits in the window of the Donnell Library in 1981 while ano
Domino effect- Three sleeping children slump against their carer as another woman who was not with t
Tagged- A woman looks up from a subway car so covered in graffiti it's almost more paint than wall i
The argument- A man and woman stand on the street exchanging words on Fifth Avenue in 1984; their re
The shadow men- This amazing pictures captures rush hour at the Main Concourse of Grand Central Term
The streets of Manhattan- A suited man is captured on camera as he walks near Broadway and Wall Stre
Training day- A woman stands in the graffiti-covered carriage of the C train in 1985 as other commut
Tunnel vision- A commuter rides the subway, oblivious to the moment being captured on film in 1983 b

Bruce Davidson

Bruce Davidson

Bruce Davidson

Bruce Davidson

Bruce Davidson

Bruce Davidson

Bruce Davidson

John Conn

John Conn

John Conn

John Conn

John Conn



Cinema, a imagem-movimento de Gille Deleuze

O cinema tem a condição única de fazer da realidade uma ilusão, sendo assim, o processo inverso às artes diversas, como por exemplo a pintura, que a partir de uma "ilusão" se cria uma realidade. "Ele não se confunde com as outras artes, que visam antes um irreal através do mundo, mas faz do próprio mundo um irreal ou uma narrativa: com o cinema, é o mundo que se torna sua própria imagem, e não uma imagem que se torna o mundo."


"Com efeito, vemo-nos diante da exposição de um mundo onde IMAGEM = MOVIMENTO. Chamemos Imagem o conjunto daquilo que aparece. Não se pode nem mesmo dizer que uma imagem aja sobre uma outra ou reaja a uma outra. Não há móvel que se distinga do movimento executado, nada do que é movido se distingue do movimento recebido. Todas as coisas, isto é, todas as imagens, se confundem com suas ações e reações: é a variação universal. Toda imagem não passa de um "caminho sobre o qual passam em todos os sentidos as modifícações que se propagam na imensidão do universo". (...) As imagens exteriores agem sobre mim, transmitem-me movimento, e eu restituo movimento: como as imagens estariam em minha consciência, posto que eu próprio sou imagem, isto é, movimento?" 


O que isto quer dizer é que no cinema são nos dadas várias imagens que criam um movimento, que em parte, se cria no nosso cérebro. A imagem-movimento é um TODO, que se estende por um espaço abstracto, um espaço intelectual, inerente ao movimento, que nós criamos ao ver as imagens. Por exemplo, se nós virmos uma personagem a mexer uma colher dentro de uma chávena e um pacote de açucar já aberto, automaticamente associamos um movimento: a personagem a pôr o açucar, embora não tenhamos visto a personagem a fazê-lo. O mesmo se pode estender ao som, quando ouvimos passos e uma porta a bater. 

Numa narrativa, no cinema, para a imagem-movimento se estender por completo é preciso existir cortes móveis pois o movimento só poderá existir se não for todo dado.


"O movimento tem assim, de certo modo, duas faces. Por um lado, ele é o que se passa entre objetos ou partes; por outro, o que exprime a duração ou o todo. Ele faz com que a duração, ao mudar de natureza, se divida nos objetos, e que os objetos, ao se aprofundarem, perdendo seus contornos (...)"


Imagens do filme L'eclisse de Michelangelo Antonioni (1962)

À Deriva

Filme The Way to Shadow Garden de Stan Brakhage (1954)

San Francisco, Anthony Stern, 1968

Onde está o espírito inquieto?

Astronomy Domine, Pink Floyd, 1967

The Doors, 'The End' in 'Apocalypse Now' ,1989

Blue Sky, Pink Floyd, song, The Wall movie,1982

Onde é que te encontras?

Filme Crack Glass Eulogy de Stan Brakhage (1992)

 Interstellar overdrive, Pink Floyd 1966

The Wall, Pink Floyd, movie, 1982, parte inicial

The Wall, Pink Floyd, movie, 1982, parte 2

The Wall, Pink Floyd, movie, 1982, parte 4, Another Brick in the Wall song



Mark Rothko, pinturas

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